Não sei o porquê desse nome para o post, mas como eu não escrevo há seculos e ressuscitei depois de muito tempo sem dar as caras aqui, acho que um título desses é aceitável. Aliás, poucos serão os que vão ler isso, então posso escrever livremente o que quiser, as besteiras que me vier à mente.
Queria manter isso daqui mais atualizado, mas a falta de tempo me consome totalmente. Quando voltar da casa da minha vó, postarei algumas críticas e umas novas crônicas que criei ao longo do ano. Espero que esse meu talento para a escrita sirva para alguma coisa, porque até agora... Enfim, pararei de reclamar e serei mais direta. Ano que vem serão pelo menos dois novos posts e mais um sobre o fim / início do ano. Se alguém estiver interessado em continuar lendo minhas revoltas com esse mundo cruel ou meus contos, só entrar em contato aqui através de comentário. Provavelmente ninguém comentará, mas se você já leu até aqui não custa nada deixar um comentário falando qualquer coisa sobre o blog. Agradecida aos meus leitores imaginários. Beijos com cheirinho de morango e feliz 2012 *-*
Gosta de ler e está entediado? Achou o blog perfeito. Divirta-se com os textos, mini contos e ficções
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
VOLTEI !
Sim, fiquei meses sem postar aqui e abandonei meus poucos seguidores e inexistentes fãs, mas resolvi manter esse blog e agora vou ressuscitá-lo. Algumas pessoas perguntaram sobre o abandono e pediram para que eu voltasse a postar (foi só a Thais e o Alexandre, mas já é alguém) e então estou eu aqui, numa segunda de noite, morrendo de frio e resistindo aos sussurros da minha cama chamando meu nome.
Não garanto posts toda semana, aliás eu ainda tenho vida social, mas tentarei ser assídua, visitar aqui no mínimo todo fim de semana e postar novos textos todo mês.
Ah, e um último pedido, quem vier aqui dar uma visitinha, deixe comentários para que eu saiba como anda a qualidade dos meus textos e se eles estão ou não aprovados. E se quiserem pedir textos com um tema espefícico também pode, é só fazer o pedido e esperar um mês que ele estará postado. Desde já agradeço a visita e o tamanho esforço para ler isso até o fim.
Beijoos ;*
Thamires Bragança.
Não garanto posts toda semana, aliás eu ainda tenho vida social, mas tentarei ser assídua, visitar aqui no mínimo todo fim de semana e postar novos textos todo mês.
Ah, e um último pedido, quem vier aqui dar uma visitinha, deixe comentários para que eu saiba como anda a qualidade dos meus textos e se eles estão ou não aprovados. E se quiserem pedir textos com um tema espefícico também pode, é só fazer o pedido e esperar um mês que ele estará postado. Desde já agradeço a visita e o tamanho esforço para ler isso até o fim.
Beijoos ;*
Thamires Bragança.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Reflexo Inverso
Olho uma imagem refletida ao espelho e já não vejo mais a figura da mesma garotinha ingênua. Há olhos assustados e arregalados na sua face não mais angelical, olhos amaldiçoados, condenados pela perpétua culpa. Seus lábios tensos formam uma linha rígida, tão estáticos quanto seus olhos cravados a sua imagem. Reprovação. Sua testa apresentando uma singela ruga de preocupação e espanto, acompanhadas por suas maçãs do rosto levemente ruborizadas.
Aquela figura não me intrigaria tanto se viesse de uma adolescente comum, mas havia algo na sua expressão vazia que me obrigou a parar e refletir. Um misto de decepção, arrependimento e solidão.
A dureza oriunda da sua boca imóvel e dos seus olhos perdidos me penalizou. A dor da imagem se converteu a mim em tristeza e minha vontade era de apaziguar a melancolia daquele momento fúnebre. Alguém acabara de morrer e eu era incapaz de perceber.
Fui tomada pela agonia e a insuportável sensação de estar presa. Não era um pesadelo do qual eu pudesse despertar, era uma deplorável realidade que não podia ser mudada. Aos poucos eu compreendia o que se passava; a triste figura, a dor, a morte, o que não pode ser mudado.
Minhas pernas cambalearam com o choque e a estática imagem refletida se moveu. A parte boa que havia em mim não existia mais. Eu não era mais a mesma garota do início do dia anterior, pura, a menina brilhante que todos deveriam seguir o exemplo. Só agora sóbria e recuperada pude reconhecer o tamanho do meu erro e lastimar. Quem eu era havia partido junto com a minha vergonha e moral, restando apenas um reflexo do que eu nunca imaginei que seria.
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