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sábado, 27 de março de 2010

Ser diferente é normal




Do que seria esse mundo em que nós vivemos se não existisse as diversidades? Como seria se todos fossem iguais, agissem da mesma maneira ou tivessem as mesmas ideias e comportamentos? Com certeza seria um mundo chato e sem graça.
É interessante descobrir a quantidade de diferenças que existe entre uma pessoa e outra. Eu, pelo menos, amo aprender com outras pessoas. Escutar delas sua história e aprender e superar erros e dificuldades.
É uma lástima que nem todas as pessoas são assim. Algumas, mais intolerantes, não sabem valorizar o que é diferente delas. Essas pessoas (na maioria das vezes preconceituosas) vivem sempre no mesmo grupo e nunca variam por não estarem dispostas a conviverem com gente diferente. Essa é uma das coisas mais tristes que pode haver com o ser humano. É como viver dentro de uma caixa e nunca sair para poder ver o Sol e as outras milhões de coisas que existem mundo a fora, é como enxergar tudo preto e branco, sem poder ver as outras cores.
"Ninguém é igual a ninguém." é o que diz um velho ditado popular [/ou isso seria uma frese? Sábia é a pessoa que o escreveu. Cada um tem uma personalidade ou um jeito de ser que os tornam únicos. Somos diferentes e estamos em constante mudanças. Aliás, o mundo nos transforma. Diferentes pessoas com distintas opiniões mudam nossas maneiras de pensar e nossa visão para determinadas coisas.
O mais importante é sempre estarmos abertos ao que é diferente para nós.






Há alguns dias atrás, quando estava no metro voltando da escola (nesse dia fui fazer trabalho na casa de uma amiga), vi um garoto que não possuía um dos braços. Ele era normal, com uma aparência saudável (apenas tinha essa pequena diferença física), mas as pessoas ao seu redor o olhavam com uma expressão distorcida, como se tivessem muito dó. Algumas até se afastavam um pouco (ainda não sei o real motivo disso). Ele (que com certeza deve ser acostumado com esse tipo de reação dos outros) ignorava a todos e mantinha seu foco. Segurava uma muleta que o ajudava a se manter de pé e se equilibrava. Me impressionou o fato das outras pessoas (por mais que tivessem dó) não oferecessem nenhuma ajuda ou se afastassem, excluindo aquele garoto só por causa de um braço. Isso me fez refletir sobre como a sociedade trata o que é diferente, por mais que isso seja normal. Isso me fez pensar nas dificuldades que cegos, surdos, mudos, paraplegicos, tetraplegicos, etc, enfrentam (e me fez ter a ideia de escrever esse texto). Numa sociedade como a nossa (capitalista, machista, racista e individualista) muitas atitudes e precauções ainda precisam ser tomadas, principalmente com relação as diferenças. Que tal você ajudar começando a ver as diferenças com uma nova perspectiva? ;)







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